Conheça os benefícios e vantagens da ferramenta Easy Import Control – EIC TOTVS Protheus.

Desenvolvida pela Average Tecnologia, empresa especialista em softwares para comércio exterior, a solução Easy Import Control, conhecida também por TOTVS EIC, é nativamente integrada ao TOTVS Protheus, utilizando as funcionalidades gerais do ERP Single Sign On, oferecendo diversos benefícios e controles para importadores e trading companies.

A ferramenta atende diferentes segmentos e conta com recursos técnicos e funcionais, como: gráficos completos e de fácil análise, gerador de relatórios, registro automático de transações, help on-line, entre outros.

Integrado aos módulos de Compras e Financeiro, o software permite a gestão financeira de todo o processo, além do controle de demandas de importação, relatórios personalizáveis, integração com o office, painéis de gestão e demais módulos do Protheus.

Por meio da solução também é possível realizar a gestão comercial e fiscal de importação de bens do exterior para o Brasil, incluindo: cadastros; pedidos; solicitações e declarações de importação; Notas Fiscais de entrada; Licenças; e Desembaraço de Mercadorias.

O sistema oferece ainda ferramentas para automação, monitoramento e controle das operações de importação, Câmbio e integração com o SISCOMEX – Sistema Integrado de Comércio Exterior, e com os principais softwares de despachante do mercado.

O fluxo de importação no Easy Import Control – EIC TOTVS Protheus segue as seguintes fases: 

  • Cadastros – nesse campo é possível cadastrar fornecedores, bancos, produtos, transportes, despesas, entre outros.

No cadastro de produto é essencial incluir todos os itens que são partes da transação, de forma individual, considerando suas particularidades como peso, valor de referência e descrição, incluindo a NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul).

Após o cadastro de fornecedores, o sistema auxilia na verificação de permissões e exigências de ordem administrativa para importação, facilitando o levantamento de todos os custos e apuração de viabilidade.

  • Solicitação de Importação – essa é a fase início da importação onde se solicita produtos de fornecedores, definindo datas de entrega, prazo da SI, a negociação e visão gerencial, incluindo o comprador que acompanhará todo o processo.
  • Purchase Order – rotina responsável por formalizar o pedido de importação, no Purchase Ordem devem ser registrados os dados da negociação, como: informações sobre os produtos, quantidades, fornecedor, condição e pagamento da importação, moeda, transporte, origem e destino, incoterm e Recinto Alfandegado.
  • Licença de Importação – esse cadastro deve ser realizado caso os itens importados necessitem de autorização de algum órgão governamental. A rotina contempla as funcionalidades: Detalhes da LI; Definição de produtos que exigem LI; Controle de saldos; Controles Gerenciais e outras funcionalidades.

O Easy Import Control monta a LI – Licença de Importação a partir dos dados do Purchase Order, integrando a licença ao SISCOMEX. Em caso de contratação de despachante, o sistema permite o envio dos dados para que a LI seja processada.

  • Embarque – essa parte do processo indica o momento em que o exportador embarca as mercadorias para o importador e nessa rotina do TOTVS EIC deve-se cadastrar informações sobre os itens importados e previsão de embarque, o que facilitará o processo de Desembaraço.

Nesse momento, o exportador emitirá a Commercial Invoice, representando a fatura internacional oficializando o pedido do importador. O sistema contempla consolidação de carga, sendo possível realizar vários pedidos em um mesmo embarque, ou realizar vários embarques em um mesmo pedido.

Esse documento é vital para cálculo das parcelas para fechamento de câmbio, conforme negociação da condição de pagamento, além da atualização de despesas de frete e seguro.

  • Desembaraço – Após a verificação e liberação da Receita Federal sobre o item importado, é gerada a DI (Declaração de Importação), contendo informações essenciais para a entrada do item no estoque do importador e para a confecção da Nota Fiscal de Entrada.

Na DI devem conter informações sobre pesos e valores dos itens, taxas das moedas, o Incoterm utilizado e as alíquotas de impostos da classificação do produto e leis de ICMS de cada estado. O preenchimento deve ser criterioso pois qualquer dado incorreto poderá causar divergência nos valores dos impostos.

  • Recebimento – essa rotina gerencia o recebimento dos itens importados, o que inclui a conferência de tributos, o controle de Notas Fiscais de Entrada e de Nota Fiscal Única.

Nesse processo, o sistema irá exibir os impostos estaduais e federais, além de suas respectivas bases, refletindo os dados da declaração de importação.

  • Câmbio – aqui ocorre o processo de pagamento ao fornecedor por meio de Bancos ou instituições previamente autorizadas pelo Banco Central, onde há troca de moedas nacionais por estrangeiras.

Vale lembrar que qualquer operação de câmbio deve ser realizada através de um contrato de câmbio, onde estará especificado as características e condições da operação. Assim que recebido o produto, é possível pagar a importação através da rotina de contratos de câmbio.

A taxa de câmbio PTAX é definida pelo Banco Central ao final de cada dia, porém, para que esta cotação seja informada diariamente, é necessário a gestão do cadastro de cotação de moedas, controlando a conversão das moedas utilizadas nas operações de importação verso as atualizações diárias da cotação.

Caso sua solução Easy Import Control – EIC TOTVS Protheus não esteja suprindo todas as necessidades dos processos de importação da sua empresa, nós podemos ajudar.

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